terça-feira, 17 de abril de 2012

8 de maio: Uma questão pessoal de Kenzaburo Oë

Para 8 de maio vamos ler até ao final do capítulo 7. Boas leituras.
Terminamos a leitura de Uma Questão Pessoal em 15 de Maio.

Nem todas as leituras são fáceis ou reconfortantes. Houve um leitor que escreveu que ler este livro era como levar um murro no estômago. Por mim, penso que é mais levar um abanão que nos obriga a reconsiderar questões éticas e morais muito difíceis: o que pensa um jovem pai/ uma jovem mãe quando lhe pôem nas mãos um filho deficiente? Como é que a moral e a ética se sobrepõem aos sentimentos e sensações espontâneos?
Fico à espera de comentários...

O protagonista Bird parece colocar-se na pele do seu bebé 'monstro' para conseguir lidar com a situação acima descrita e tomar uma decisão 'humana'. Faria o mesmo, do mesmo modo? O que faria? Fica o desafio ao comentário...

segunda-feira, 12 de março de 2012

A Malinche, de Laura Esquível: 27 de março

Iniciamos novo livro a 27 de março, mesmo antes da interrupção da Páscoa. Retomamos a leitura a 10 de abril.

Para 27 de março, ler até à página 90.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

31 jan, 28 fev, 6, 13 e 20 de Março: O Danúbio, de Claudio Magris

Dedicamos Janeiro, Fevereiro e Março ao Danúbio, de Claude Magris. Sessões: 31 de janeiro; 28 de fevereiro; 6 de março - até página 174; 13 de março - até página 267; e 20 de março -até ao fim.

Fica aqui um mapa para seguirmos o autor nas suas deambulações pelo rio Danúbio:


terça-feira, 3 de janeiro de 2012

10, 17 e 24 de janeiro: Tim de Colleen McCullough

Decidimos voltar ao romance em papel. Começamos com Tim de Colleen McCullough e, para dia 10 de janeiro, basta ler os três primeiros capítulos. São pequeninos e o problema vai ser parar no final do terceiro capítulo...

Afinal, dia 10 de janeiro não posso estar presente na nossa reunião do Clube de Leitura.

Sugiro que, para dia 17 de janeiro leiamos até à página 66 (final do capítulo dez).

Para 24 de janeiro leremos até ao final do livro.


A seguir a este tomance de Colleen McCullough, leremos O Danúbio, de Claudio Magris; A Malinche, de Laura Esquível; Uma Questão Pessoal, de Kenzaburo Oe; e O Historiador, de Elisabeth Kostova.

E BOAS LEITURAS PARA 2012.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Em papel ou em linha?

Deixe o seu comentário sobre as vantagens e as desvantagens de ler em papel ou em documento eletrónico.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Janeiro: Antologia

Em 3 de Janeiro voltamos ao e-book e à Biblioteca Virtual Camões, para ler dois contos da Antologia do Conto Português Contemporâneo, organizada por Álvaro Salema.

29 de Novembro, 6, 13 e 20 de Dezembro: Beloved de Toni Morrison

A partir de 29 de Novembro voltamos a um livro de papel: Beloved (1987), de Toni Morrison. Quem quiser pode também ver o filme, com o mesmo título, de 1998.

Alguns tópicos para reflexão:

Tópico 1. O abismo da escravatura: a desumanização e como ela afeta a identidade.Exemplos de auto-alienação no livro.

Tópico 2. A comunidade. Como é que a comunidade local protege e ostracisa o número 124? Porquê? Há implicações maiores neste modo de representar a comunidade?

Tópico 3. A aparência de Beloved. O que significa? E os seus hábitos, o que significam?

Tópico 4. Presente e Passado. A revista Sacred Fire escreve o seguinte sobre o livro: Beloved é ao mesmo tempo um livro belo e fugidio: belo pela sua linguagem poderosa e cativante, e fugidio não apenas porque se apoia em visões de fantasmas e aparições, mas pela tecitura narrativa de passado e presente, do que é físico e do que é espiritual. Apesar de todos os elementos sobrenaturais, Beloved é notável por ser um poderoso tributo às lutas reais de uma geração de homens e mulheres negros que se querem reconciliar com os horrores do passado e continuar em frente. O espírito de Beloved e as memórias recorrentes das tribulações de Sethe nas plantações em que viveu e de onde fugiu são testemunho de quão forte e tangível a escravtura é nela. No final, Sethe vai ser capaz de recuperar a sua vida porque consegue encontrar dentro de si própria e na sua comunidade a força espiritual capaz de exorcisá-la dessa perseguição, desse fantasma do passado. A luta de Sethe é a luta de todos os americanos de origem ou etnia africana: a luta pela auto-redenção, pela redenção das suas famílias e das suas comunidades dos despojos do passado, ao mesmo tempo que se honram os sacrifícios feitos em nome da sobrevivência.