terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Arturo Pérez-Reverte:HOMENS BONS

Iniciamos nova leitura: desta vez vamos à novela pícara recreada pelo escritor-jornalista Arturo Pérez-Reverte. Será uma nova experiência de leitura, diferente de todas as que tivemos até aqui, com toda a certeza.

Entrevista com o autor dada ao Jornal Expresso disponível aqui
Outra entrevista com o escritor, dada ao Dn disponível aqui
Ainda outra entrevista dada à Visão disponível aqui

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Jessie Burton, A MUSA

Estamos a ler A Musa de Jessie Burton porque gostámos de A Miniaturista.
A Guerra Civil espanhola e os anos 60 em Londres experienciados por uma imigrante.



Artigos sobre o livro:
https://www.theguardian.com/books/2017/jan/08/the-muse-jessie-burton-review-natasha-tripney

https://www.irishtimes.com/culture/books/the-muse-by-jessie-burton-review-a-touch-of-second-novel-syndrome-1.2706787


Entrevista com a autora (sobre A Miniaturista):
http://www.washingtonindependentreviewofbooks.com/features/an-interview-with-jessie-burton

sobre A Musa
https://www.youtube.com/watch?v=CRiwHzw_WoI

https://blog.whsmith.co.uk/rjsp17-jessie-burton-interview-muse/


Nesta entrevista há duas perguntas/ respostas interessantes:
Who is whose muse in this novel?
Odelle uses Quick as a muse, but I think Odelle is also a muse unto herself. For me, having a muse is nothing more than having a conversation with your own psyche. Olive thinks Isaac is her muse, but she’s just displacing responsibility and all the creativity comes from her. Quick is inspired by Odelle – and so the cycle goes on. Artists always borrow from other people’s lives; they harvest them for their own use. It can be a dangerous game!
Were any elements of this novel based on real-life events?
In terms of the story of the painting that is discovered; yes. Misattribution of artworks certainly happens. The case of Judith Leyster and Frans Hals in seventeenth-century Holland, for example – no one thought a woman could paint the paintings she did! Also in the 1960s, there was the Big Eyes story – a man called Walter Keane passed off his wife Margaret’s paintings as his own, and pocketed millions for himself. It is often a gendered thing. Women historically have not been considered capable of ‘great’ works of art, of universal messages to give to the world. Men have. So it stands to reason that unconscious bias and misattribution of authority take place in the cultural field as much as it does in the economic and political ones. In terms of what happens in the Spanish village, then yes; many villages and towns were split down the middle in terms of people’s loyalties, there were brutal extra-judicial killings and families’ lives ruined for ever.
Uma leitura do livro pela autora em https://www.youtube.com/watch?v=1Xk-9QAuUjU
Uma entrevista na BBC https://www.youtube.com/watch?v=91FP8l_QXYI
Em francês, o livro é Les Filles au Lion https://www.youtube.com/watch?v=NvGQyUUo60c

sábado, 18 de novembro de 2017

Margaret ATWOOD: A História de uma Serva

Sinopse (Livraria Bertrand)
Uma visão marcante da nossa sociedade radicalmente transformada por uma revolução teocrática. A História de Uma Serva (1985) tornou-se um dos livros mais influentes e mais lidos do nosso tempo. 

Extremistas religiosos de direita derrubaram o governo norte-americano e queimaram a Constituição. A América é agora Gileade, um estado policial e fundamentalista onde as mulheres férteis, conhecidas como Servas, são obrigadas a conceber filhos para a elite estéril. 

Defred é uma Serva na República de Gileade e acaba de ser transferida para a casa do enigmático Comandante e da sua ciumenta mulher. 
Pode ir uma vez por dia aos mercados, cujas tabuletas agora são imagens, porque as mulheres estão proibidas de ler
Tem de rezar para que o Comandante a engravide, já que, numa época de grande decréscimo do número de nascimentos, o valor de Defred reside na sua fertilidade, e o fracasso significa o exílio nas Colónias, perigosamente poluídas. Defred lembra-se de um tempo em que vivia com o marido e a filha e tinha um emprego, antes de perder tudo, incluindo o nome. Essas memórias misturam-se agora com ideias perigosas de rebelião e amor.

https://www.nytimes.com/2017/03/10/books/review/margaret-atwood-handmaids-tale-age-of-trump.html

Influências:
O bloco de leste e regimes totalitários
a história bíblica de Jacob, as suas 2 mulheres, Raquel e Leah, as duas criadas, e os seus 12 filhos
Chaucer: Canterbury tales

filmes (2017)
https://www.youtube.com/watch?v=WSimGi5AokY

Margaret Atwood
https://www.youtube.com/watch?v=PPPxR3PcXkQ

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Chimamanda Adiche: Americanah

Começamos as atividades do Clube de Leitura em outubro de 2017 com um texto de uma autora nigeriana sobre identidade e mobilidade.Os temas são também os da raça/ etnia, da honestidade, da linguagem de quem vive entre culturas, o casamento na Nigéria, o papel das mulheres nigerianas na sociedade nigeriana e os compromissos que precisam de fazer na sociedade americana dos EUA.

sábado, 11 de fevereiro de 2017

Flaubert: Madame Bovary

Vamos a um clássico também sobre a vida de mulheres.

Elena Ferrante tetralogia A Amiga Genial

Foi uma experiência de leitura entusiasmante com as leitoras a tomar partido da Lenu e da Lila...

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

A seguir vamos ver: Harper Lee: Matar a Cotovia

Revisitamos um clássico da literatura americana, agora que se publicou a sequela de To Kill a Mockingbird/ Matar a Cotovia (Prémio Pulitzer em 1961)

Vamos lê-lo e em seguida, Vai e Põe Uma Sentinela.

Escrito antes de "Matar a cotovia", o romance inédito de Harper Lee, 88 anos, apresenta muitos dos mesmos personagens desse primeiro romance, mas vinte anos mais velhos.
O manuscrito tinha sido dado como perdido, mas "Go set a watchman" - no original - foi descoberto no ano passado e publicado em inglês a 14 de julho deste ano, ocupando os 1º lugares dos tops nos Estados Unidos e em Inglaterra, indicou a Presença.
Harper Lee nasceu em 1926 em Monroeville, no Alabama, frequentou o Huntingdon College e estudou Direito na Universidade do Alabama.
(de: http://www.sol.pt/noticia/410966/'vai-e-p%C3%B5e-uma-sentinela',-de-harper-lee,-a-21-de-outubro-em-portugal#close)