Sejam bem vindas a mais um ano de leituras nos nossos RetalhosdeLeitura.blogspot.com
Vamos começar com o livro de Afonso Cruz, que andamos a ler nas férias: Para Onde Vão os Guarda-Chuvas.
Este ano espero que haja mais atividade por estas 'bandas' informáticas...
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
sexta-feira, 10 de abril de 2015
Questões para Liberdade de Jonathan Franzen, pp. 1-234
1. Sobre a liberdade.
p. 124 (liberdade(s)
p. 132 (restrições às liberdades pessoais)
p.149 (libertar-se dos pais)
p. 226
Como é que as personagens usam a sua liberdade? A liberdade é destrutiva ou libertadora? Quais as personagens mais e menos livres?
2. Patty escreve sobre a sua vida na faculdade. Como é que ela se repercute nos seus filhos?
Como é que Walter teria escrito sobre os seus tempos de faculdade?
3. Richard e Walter competem e colaboram um com o outro. Porquê?
personagens que merecem a nossa simpatia?
5. O que é a atração e o que alimenta a atração entre
personagens?
6. Porque é que Jessica e Joey são diferentes?
7. Nesta fase da leitura, o que é que a epígrafe prenuncia?
p. 124 (liberdade(s)
p. 132 (restrições às liberdades pessoais)
p.149 (libertar-se dos pais)
p. 226
Como é que as personagens usam a sua liberdade? A liberdade é destrutiva ou libertadora? Quais as personagens mais e menos livres?
2. Patty escreve sobre a sua vida na faculdade. Como é que ela se repercute nos seus filhos?
Como é que Walter teria escrito sobre os seus tempos de faculdade?
3. Richard e Walter competem e colaboram um com o outro. Porquê?
4. O que vos faz rir? Há tragicomédia? Quais são as
personagens que merecem a nossa simpatia?
5. O que é a atração e o que alimenta a atração entre
personagens?
6. Porque é que Jessica e Joey são diferentes?
7. Nesta fase da leitura, o que é que a epígrafe prenuncia?
Propostas de leitura para maio e meses seguintes
Colleen McCullough, Agridoce
Porque não escrever sobre a vida, que tantas vezes nos surge como agridoce?
As gémeas Latimer condensam entre elas a força feminina que aos poucos se foi impondo num mundo dominado por homens. (de:http://as-leituras-da-fernanda.blogspot.pt/2015/02/opiniao-agridoce-de-colleen-mccullough.html)
Jessie Burton, O Miniaturista
Porque não escrever sobre a vida, que tantas vezes nos surge como agridoce?
As gémeas Latimer condensam entre elas a força feminina que aos poucos se foi impondo num mundo dominado por homens. (de:http://as-leituras-da-fernanda.blogspot.pt/2015/02/opiniao-agridoce-de-colleen-mccullough.html)
Jessie Burton, O Miniaturista
Jessie Burton constrói uma história de amor e traição que evoca, entre a sensualidade e o assombro, a atmosfera da Amesterdão do século XVII, construída sob os pilares da riqueza da Companhia Holandesa das Índias Orientais mas, ao mesmo tempo, dominado por uma mentalidade puritana, racista, e castradora dos sentimentos humanos.
É, igualmente, uma homenagem às mulheres que viveram as suas vidas no silêncio e no medo e que tinham, em pequenas casas e figuras de madeira, o seu único e solitário mundo. Um mundo onde os homens eram os únicos criadores e o sexo, normalmente, era apenas dor. A mensagem de esperança, contudo, habita estas páginas: «Somos a esperança de uma tapeçaria; ninguém a tecerá a não sermos nós próprios.»
(http://deusmelivro.com/critica/o-miniaturista-jessie-burton-26-3-2015/)
V.S. Naipaul, O Enigma da Chegada
ntre as várzeas e os morros do condado de Wiltshire, vive um escritor famoso, de origem indiana, nascido numa ilha do Caribe. Há vinte anos ele mora na Inglaterra, mas continua a se sentir um forasteiro. Seu amigo Jack morreu, o solar da herdade está em ruínas, as flores já não brotam, o mato invade tudo, os pássaros se vão e chegam as gralhas. Elas são um prenúncio de morte. Encerra-se um ciclo na vida dos homens.
Neste romance, V. S. Naipaul, considerado um dos maiores autores vivos de expressão inglesa, sai à procura da escrita como antídoto da decadência, esse destino inexorável dos homens e dos povos que perdem o controle sobre seus próprios destinos. (http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=10440)
Neste romance, V. S. Naipaul, considerado um dos maiores autores vivos de expressão inglesa, sai à procura da escrita como antídoto da decadência, esse destino inexorável dos homens e dos povos que perdem o controle sobre seus próprios destinos. (http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=10440)
Leo Tolstoi, Ana Karenina
Um clássico romance russo sobre o amor e a infidelidade.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
Maria Dueñas e o Clube de Leitura
Estimadas compañeras (escreve o Rámon):
Ante todo, feliz año 2015. Me pongo en contacto con vosotras porque he recibido un email de María Dueñas, la autora de "El tiempo entre costuras", el libro que leímos en el Clube de Leitura. Se me ocurrió entrar en el Facebook de la autora, que es muy activo y donde escriben muchos lectores. Informé allí de la actividad que habíamos llevado a cabo en Castelo Branco. Al poco me escribió este correo, que me gustaría que dieseis a conocer a las buenas lectoras del club. Seguro que les hará ilusión. Lo copio abajo.
Recibid un afectuoso saludo.
Estimado Ramón,
Muchísimas gracias por esta actividad tan ilusionante sobre la que me informa en Facebook..
Las lectoras de los clubes de lectura son siempre entrañables, cargadas de lucidez, ilusión y vieja sabiduría. Me encanta saber que en Portugal ocurre lo mismo que en España, sobre todo con lectoras que también tienen afición a la costura.
Le agradezco también enormenente el esfuerzo por construir el blog, que sin duda habrá resultado una herramienta maravillosa.
Es una alegría saber que mis colegas del mundo de la universidad vuelcan también su saber hacer en estas actividades.
Con un saludo muy afectuoso para esta Navidad y para los muchos proyectos del año nuevo,
María Dueñas
Muchísimas gracias por esta actividad tan ilusionante sobre la que me informa en Facebook..
Las lectoras de los clubes de lectura son siempre entrañables, cargadas de lucidez, ilusión y vieja sabiduría. Me encanta saber que en Portugal ocurre lo mismo que en España, sobre todo con lectoras que también tienen afición a la costura.
Le agradezco también enormenente el esfuerzo por construir el blog, que sin duda habrá resultado una herramienta maravillosa.
Es una alegría saber que mis colegas del mundo de la universidad vuelcan también su saber hacer en estas actividades.
Con un saludo muy afectuoso para esta Navidad y para los muchos proyectos del año nuevo,
María Dueñas
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
Janeiro 2015: Julia NAVARRO
Começamos o ano com um novo romance: Diz-me quem sou da romancista espanhola Julia Navarro.
1. Lanço o seguinte desafio: Digam quem são realmente....
2. Segundo desafio: que tal desenhar num mapa todos os lugares por que passou a nossa heroína Amélia na 1º e 2ª partes?
1. Lanço o seguinte desafio: Digam quem são realmente....
2. Segundo desafio: que tal desenhar num mapa todos os lugares por que passou a nossa heroína Amélia na 1º e 2ª partes?
A lista dos meus desejos, de Grégoire Delacourt
Este é um dos livros que leremos em breve e que está disponível em pdf no seguinte link
http://minhateca.com.br/celiogcruz/Livros/pdf/A+Lista+dos+meus+Desejos+-+Gregoire+Delacourt,14164863.pdf
http://minhateca.com.br/celiogcruz/Livros/pdf/A+Lista+dos+meus+Desejos+-+Gregoire+Delacourt,14164863.pdf
domingo, 5 de outubro de 2014
Liberdade de Jonathan Franzen
Sinopse
No seu primeiro romance depois de Correcções, Jonathan Franzen dá-nos um épico contemporâneo do amor e do casamento. Liberdade capta, cómica e tragicamente, as tentações e os fardos da liberdade: a excitação da luxúria adolescente, os compromissos abalados da meia-idade, as vagas da expansão suburbana, o enorme peso do império. Ao seguir os erros e alegrias dos personagens deLiberdade, enquanto lutam para aprender a viver num mundo cada vez mais confuso, Franzen produziu um retrato inesquecível e profundamente comovente dos nossos tempos. Patty e Walter Berglund foram sempre os precursores na velha St. Paul - os aburguesados, os pais interactivos, os avant-garde da geração de alimentos biológicos. Patty era o tipo ideal de vizinha, que nos podia dizer onde reciclar as pilhas e como conseguir que a polícia local fizesse mesmo o seu trabalho. Era uma mãe invejavelmente perfeita, e a mulher dos sonhos do seu marido Walter. Juntamente com ele - advogado ambientalista, ciclista e utilizador de transportes públicos, homem de família dedicado -, Patty estava a fazer a sua pequena parte para construir um mundo melhor.
Críticas de imprensa
« “Liberdade” é um livro que não esconde a sua tremenda ambição: a de fazer o retrato dos EUA no início do século XXI, a partir das crises, tragédias e redenções de uma família da classe média, algures no Midwest. Rendida, a imprensa norte-americana idolatrou a obra e o seu mediático autor, Jonathan Franzen, elevando-o à categoria de “grande romancista americano.»
Expresso
« “Liberdade” é um grande romance dramático atravessado por uma genial veia cómica […]»
Helena Vasconcelos, Público
«Franzen é especialmente eficaz no desenho das personagens e no modo como nos mergulha nos seus conflitos interiores, na sua psicologia. O que tantas vezes falta noutros romances contemporâneos, há aqui de sobra – isto é, a espessura emocional que torna verosímeis e palpáveis as figuras saídas da imaginação do escritor. Quanto ao estilo, basta dizer que mantém as qualidades evidenciadas em “Correcções” (o romance anterior, de 2001, que fazia para a última década do século XX o que este faz para a primeira do século XXI), oferecendo-nos parágrafos e frases de fino recorte em quase todas as páginas.»
José Mário Silva, Expresso
Expresso
« “Liberdade” é um grande romance dramático atravessado por uma genial veia cómica […]»
Helena Vasconcelos, Público
«Franzen é especialmente eficaz no desenho das personagens e no modo como nos mergulha nos seus conflitos interiores, na sua psicologia. O que tantas vezes falta noutros romances contemporâneos, há aqui de sobra – isto é, a espessura emocional que torna verosímeis e palpáveis as figuras saídas da imaginação do escritor. Quanto ao estilo, basta dizer que mantém as qualidades evidenciadas em “Correcções” (o romance anterior, de 2001, que fazia para a última década do século XX o que este faz para a primeira do século XXI), oferecendo-nos parágrafos e frases de fino recorte em quase todas as páginas.»
José Mário Silva, Expresso
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