James, de Percival Everett
Uma rescrita do clássico de Mark Twain, Huckleberry Finn, da perspetiva de Jim.
James, de Percival Everett
Uma rescrita do clássico de Mark Twain, Huckleberry Finn, da perspetiva de Jim.
Lee abre o livro com a frase: “A História falhou connosco, mas não importa.” Acredita que a narradora pensa genuinamente que “não importa”? Porque acha que a autora escolheu esta frase específica para abrir o romance?
O que pensa do título? O jogo Pachinko só ganha relevância bem mais tarde na história.
No início do romance, Sunja é levada a sentir vergonha pela sua gravidez. De que forma a ideia de vergonha persiste ao longo de todo o livro, tanto a nível moral como na construção da identidade?
Compare as personagens de Hansu e Isak.
Outro tema central é a coragem. Que tipos de bravura identifica em cada personagem? De que forma a coragem (ou a falta dela) molda o destino desta família?
Lee utiliza uma citação de Charles Dickens como epígrafe: “Casa é um nome, é uma palavra; é uma palavra forte; mais forte do que qualquer feiticeiro jamais proferiu ou que qualquer espírito respondeu...” Porque acha que esta frase foi escolhida? Como é que o conceito de "casa" e de pertença evolui ao longo das gerações?
O conceito de identidade cultural e racial é fundamental. Sunja e a família esforçam-se por ser “bons coreanos”, enquanto os “bons japoneses” parecem difíceis de encontrar. O que pensa destes padrões de “bondade” atribuídos à identidade? São justos?
Antes de ler este livro, tinha conhecimento das tensões entre coreanos e japoneses no início do século XX? Sente que aprendeu algo novo sobre a História ou sobre a identidade coreana?
Pachinko explora como as ações de uma pessoa podem afetar gerações (como a gravidez de Sunja). Sente que a sua vida é moldada pelas decisões dos seus antepassados, ou acredita que cada geração tem total autonomia para escolher o seu caminho?