Recomeçamos. Mergulhamos na Finlândia em 1939 com uma narrativa publicada originalmente em França em 2024 e agora disponível em português.
No ano letivo 2026-27, em outubro, vamos começar por ler um romance histórico, de Olivier Norek: Os Guerreiros do Inverno, escrito originalmente em francês (Guerriers de l'hiver). É um romance sobre a invasão da Finlândia durante o início da Segunda Guerra Mundial.
Mas os finlandeses unem-se. Mal armados, quase sem exército, desaparecem na neve, camuflados de branco. E esperam. Ao longo de 105 dias enfrentam um horror inimaginável, temperaturas de 40 graus negativos, bombas e obuses, com uma coragem sem igual. Entre os heróis que alimentam a alma dos resistentes ergue-se o nome de Simo Häyhä, um rapaz pouco maior do que a sua velha espingarda. Em breve será uma lenda nos dois lados da fronteira: a Morte Branca, o mais temível sniper de sempre.
Num extraordinário trabalho de investigação, que lhe valeu ser armado cavaleiro pelos finlandeses com a Ordem do Leão, o francês Olivier Norek assina aqui um romance histórico inesquecível. Rigoroso, brutal, violentíssimo, Os Guerreiros do Inverno evoca-nos em pinceladas épicas uma outra história, a de um rapaz chamado David e de um gigante chamado Golias…
Incluído na seleção de Melhores Livros do Ano pelo jornal The Guardian, Os Guerreiros do Inverno foi distinguido com quatro prémios literários: Prix Jean Giono, Prix Renaudot des Lycéens, Prix Le Mans - Antoine de Saint-Exupéry e Prémio Hislibris, de melhor romance histórico traduzido em Espanha."
O autor: Olivier Norek
É um escritor de policiais (reformado da Polícia) e este é o seu primeiro romance histórico.
Norek diz que não quis escrever uma biografia de Simo Häyhä, mas concentrar-se na humanidade das personagens.
Pergunta para nortear as nossa leituras:
Os Guerreiros do Inverno é, no fundo, um livro sobre a guerra — ou sobre aquilo que os seres humanos são capazes de fazer quando a sobrevivência está em causa?
Será uma narrativa de resistência e coragem ou corre o risco de simplificar o conflito numa oposição entre “pequeno David finlandês” contra “gigante soviético”?
